terça-feira, 9 de setembro de 2008

O estilo Luís XIV

“O Estado Sou Eu”

Luís XIV

Luís XIV criou em seu reinado ordem, grande disciplina, etiquetas na corte e luxo, tudo isso baseado na sua crença de divindade. O luxo de suas festas e recepções era extravagante além da dispendiosa construção do Palácio de Versailles.







O Barroco na França

O reinado de Luís XIV esta inserido no movimento Barroco que surgiu na Itália através do estilo de Miguelangelo entre outros que se opunha à cópia exata da arte clássica que é mais pesada e mais severa que o Barroco.

Esta foi uma época de riqueza e estabilidade na França, a época dos grandes dramaturgos franceses como Corneille, Racine e Moliére.

O século XVII foi o império dos homens onde a delicadeza, leveza, alegria ou certos rompantes eram considerados fraquezas desprezíveis.

A moda, a linguagem, a literatura e as artes francesas eram imitadas e invejadas em toda a Europa. Foram fundadas bibliotecas, institutos de astronomia, botânica e zoologia e construídos muitos edifícios públicos e castelos onde se destaca Versailles.

Sabemos que os estilos refletem os costumes, espírito do seu tempo e ainda muitas vezes a personalidade de um dirigente, de um rei.

Os tons escuros como o vermelho-sangue e verde-escuro predominaram no Barroco francês.


Estilo Luís XIV

Subiu ao trono em 1643, aos quatro anos de idade e reinou por 72 anos, até sua morte em 1715. Com a morte do cardeal Mazarino, resolveu Luís XIV reinar fazendo refletir seu prestígio em cada momento e ambiente. A riqueza da decoração excede tudo o que se possa imaginar.

Seu reinado foi um dos mais famosos da história da França, por isso vou escrever mais um pouquinho do que tem sido costume e espero que vocês leitores apreciem porque é uma leitura, que tenho certeza, interessante e enriquecedora. Às vezes gostaria de escrever bem mais, porém sei que aqui as preferências estão numa leitura mais leve e dinâmica, por isso coloco realmente o que acho essencial, mais tem conhecimentos que queremos dividir e valem à pena serem divididos, então aproveitem (risos).

O reinado do Rei Sol como se fez ser conhecido reflete uma forte relação entre a arte e o poder, Luís XIV, pois fim ao ministério francês e declarou-se primeiro ministro e teve ao seu lado homens de grande valor que cooperaram com ele para transformar a França no primeiro pais da Europa.

Existiu um mito em relação a Luís XIV, o termo mito é empregado já que muitas vezes Luís XIV era apresentado como onisciente, invencível, divino, comparado aos deuses e heróis da mitologia clássica como Apolo e Hercules e assim por diante.

Há décadas atrás o antropólogo norte-americano Clifford Geertz criou o conceito de “Estado de Teatro” que pode perfeitamente ser usado para o reinado do Rei Sol, inclusive pelos inúmeros rituais existentes como os sermões e as cerimônias públicas. Versailles, por exemplo, serviu a Luís XIV como cenário para a ostentação do seu poder.




O acesso a Luís XIV era cuidadosamente controlado e comportava uma série de etapas. Os visitantes passavam de pátios externos a pátios internos, subiam escadas, esperavam em antecâmaras etc., antes que lhes fossem permitido vislumbrar o rei, o cerimonial nunca era esquecido, a gravidade e a pompa acompanhavam os menores gestos do rei e dos nobres da corte que passaram a adotar uma máscara, atitudes impregnadas de grandiosidade e altivez. O próprio rei e seus conselheiros tinham uma grande preocupação com a imagem real, fora o tempo tomado por todos os rituais de diferentes tipos, Luís XIV deve ter gasto intermináveis horas posando para seus vários retratos.

A fabricação da sua imagem; de um grande homem dando sempre a impressão extremamente vantajosa de magnificência, poder, riqueza e grandeza foi modelo para vários outros monarcas.

Seu reinado além da união política teve também enorme desenvolvimento artístico, grande progresso industrial e comercial.



O estilo de Luís XIV apesar de próximo ao Barroco italiano, evita os excessos deste.
Paris reflete a glória real. São criadas as Praças das Vitórias e a de Vendôme para ostentar as estátuas do rei.
O castelo de Vaux-le-Vicomte inaugurou o verdadeiro estilo Luís XIV, com uma ordem colossal de pilastras e uma cúpula no centro do edifício, foi construído por Levau, de 1656 a 1660 e serviu de modelo a Versailles. Até a arquitetura dos jardins é simétrica e ordenada, sujeitando-se a disciplina real.










Mansart é considerado o verdadeiro criador de Versailles, apesar de sua remodelação ter começado com Lê Vau que foi o primeiro arquiteto do rei responsável pela reconstrução do pavilhão de caças de Luís XIII. Mansart fez toda a ala norte de Versailles, criou a famosa galeria dos espelhos, aumentou a fachada do parque e construiu uma série de corpos salientes com colunas e balaustradas. Como ornatos usaram cariátides, cornucópias, emblemas militares, a flor de lis, o sol com os raios se alargando e os dois “L” entrelaçados. Em 1688 ele construiu o Grand Trianon. Os jardins de Versailles foram planejados por Lê Nôtre e sua arte impôs-se por toda a Europa.



















A escultura de Luís XIV foi inspirada principalmente na mitologia grega e como novidades aparecem os bustos mostrando o corpo humano somente até a cintura.
As tapeçarias eram da indústria Beauvais e Gobelins que trabalhavam unicamente para o rei, tornando-se famosas.






Pela primeira vez também usam-se nas plantas os termos sala de jantar e salão.

Tanto versailles como os outros castelos possuem os salões enormes, planejados para grandes festas e assembléias nobres, as características principais do interior são a grande formalidade e a pompa, produzidas por detalhes em grande escala e extravagância de material e trabalho manual. As paredes, portas e janelas são consideradas muito importantes, tinham tratamentos arquitetônicos com pesadas molduras terminando às vezes em cornija, a parte de cima das portas era enfeitada com um medalhão em circunferência ou oval, ficando os móveis em segundo lugar.

As lareiras, de pedra ou mármore colorido não iam mais até o teto como na época de Luís XIII; na parte de cima tinham como enfeites os quadros ou enormes espelhos,e eram decoradas com esculturas e entalhações.

A iluminação era feita com lustres em cristal, bronze ou prata. Os lustres eram chamados de “girândolas” e eram enfeitados com placas de cristal lapidado em forma de pirâmide e suspensos por correntes de prata ou seda. Usavam-se também apliques de paredes (conhecido hoje em dia como arandelas) e candelabros de prata e cristal.











Com Luís XIV mais velho há uma mudança também no seu estilo, sentindo-se uma necessidade de um pouco de mocidade e alegria a decoração torna-se então mais leve, os emblemas de guerreiros, capacetes e troféus foram abandonados, assim como as alegorias muito pomposas. A ornamentação torna-se mais naturalista com motivos novos como à concha e o florão, e já é sensível na decoração a influência da arte oriental. Várias salas do Grand Trianon é exemplo desta decoração.

O mobiliário de Luís XIV

Era um mobiliário de grandes proporções, simétrico e de caráter masculino, apesar da ornamentação extravagantes sendo os móveis folheados a ouro,quando não eram inteiramente dourados eram ornamentados com incrustações de metais e trabalho de marcheteria,utilizavam as madeiras nobres principalmente à nogueira, carvalho, castanheiro e ébano. Em sua estrutura predominam as linhas retas com curvas severas e dignas.










No início as cadeiras continuam fiel ao estilo Luís XIII com espaldar reto e alto contrastando com os braços encurvados e terminados em volutas, pernas e travessas semelhantes, tendo os pés com balaústre, pequenas bolas ou cubos unidos por travessa em H ou X, depois eles adquirem um perfil de consolo, linha que se repete nas travessas, representando uma cruz colocada em diagonal, da qual cada braço forma um consolo que se enrola em voluta, ao centro. Abolidas as travessas horizontais sob a cadeira, os pés passam a receber um acabamento em globo ou florão. Pouco a pouco, estas cadeiras, inteiramente cobertas por tapeçaria, começam a deixar entrever madeira em volta do assento e do espaldar que, a principio reto, se curvara no feitio de um chapéu de gendarme. Os pés que já tinham evoluído, adquirem também um acabamento em patas de corça, enquanto que as volutas (forma espiralada presente em colunas e pés dos móveis, surgiu na antiguidade clássica) de canto surgem entalhadas na madeira. Arrematando os tecidos, tachas douradas sobre galão dourado.







É famoso o mobiliário Boulle de Charles André-Boulle, mestre ebanista do reinado, que criou a técnica de folhear o mobiliário com ébano, tartaruga, estanho, latão e madre-pérola, com incrustações de prata, ouro, cobre, bronze, tartaruga, marfins e pórfiro, ou trabalhados com mosaicos de madeira da Índia e do Brasil, formando desenhos de motivos variados...










O cabinet que foi tão importante na época de Luís XIII, caiu em desuso.

  • Cama – era ainda monumental e sem madeira aparente, como na época antecessora, os Lits à la duchesse tinham o dossel suspenso enfeitado por plumas e os tecidos que recobriam a peça eram belos e luxuosos como tapeçarias,rendas,damascos,veludos vermelhos,cetim branco ou roxo bordados com ouro e prata,com cortinados junto à parede.
  • Mesas – tinham formatos variados com suas decorações luxuosas, algumas em mármores preciosos outras em madeira dourada, eram ornamentadas com inscrições de tartaruga, bronze, marchetadas ou pintadas, havia ainda as de prata maciça.
  • Cadeiras – Variavam conforme a situação social do usuário. O rei sentava-se em cadeira imponente, com braços, pesadas, douradas e forradas de brocados de ouro e prata. Eram de estrutura retangular havia as com braços ou sem, os braços eram curvos ou retos, as pernas também retas, unidas por traves em H ou X, o espaldar era alto. Algumas se diferenciavam por além de não terem braços eram forradas com tapeçaria ou veludo, tinham os banquinhos de dobrar, com o encosto bordado em cores, predominando o verde e o vermelho.
  • Armário – Eram opulentos, pesados e de um só corpo em madeira ou todo trabalhado à Boulle, enriquecidos com bronze dourado ou cinza.
  • Cômodas – era rica e também trabalhada a maneira Boulle com duas ou três grandes gavetas, e tampo em mármore.
  • Mesa console – era uma mesa pequena e estreita colocada junto a parede,nasceu no século XVII e precedeu o console que entrou em moda no século XVIII,tem quatro pernas trabalhadas,unidas por traves de madeira semelhantes as das cadeiras.
  • Bureau – difere da secretária da época de Luís XV, que é bem mais feminina e delicada, pois o bureau tem as pernas retas e firmes, proporções sólidas e com o mesmo ornamento encontrado nos outros móveis da época.

Aparecem também novos móveis:

A bergère (como se fosse uma poltrona, só que mais confortável e mais profunda).
O canapé, com seis ou oito pés, que se parece muito com a poltrona em estrutura e ornamento tem linhas retangulares, estendendo-se lateralmente, para comportar três ou quatro pessoas – um móvel exclusivo de salões.
O medalheiro que era um móvel muito apreciado onde eram guardados materiais preciosos, como jóias, medalhas, pedras e etc.
O billard era a mesa de jogos, o billard era um jogo que o rei era apaixonado, as mesas eram pequenas ou grandes. Quadradas e recobertas por veludo arrematado por madeira aparente, que sempre era acompanhada por quatro mesinhas redondas de pé centrais, destinadas a receberem as tochas que iluminariam os jogadores, quando fora de uso eram recobertas por um couro vermelho.
A mesa applique que era utilizada encostada à parede sendo por isso decorada apenas em três lados, precursora do consolo, tinha tampo de mármore raro e pés e madeira dourada e muito bem esculpida.
A cômoda que fica no lugar do cofre, na antecâmara. Tinha tampo em mármore.

Também surgiram nessa época os armários-bibliotecas e as poltronas confessionais.


















Bibliografia:

BURKE,Peter. A Fabricação do Rei: a construção da imagempública de Luís XIV. Ed.1994,p.13-25.

Nida Chalegre. Curso de decoração de interiores;estilos de mobiliário.

MASCARENHAS,Alayde Parisot. Arte e Decoração de Interiores.Estilos franceses.

WIKIPÉDIA - A enciclópédia livre ( http://wikipedia.org/ ), Luís XIV e Versailles.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Estilo Luís XIII













O Estilo do Monarca Francês Luís XIII

O estilo Luís XIII durou do fim do século XVI até a subida de Luís XIV ao trono.

No inicio sofrendo as influências de estilo renascentista italiano, o estilo Luís XIII aparece com um aspecto pesado e redundante, reflete grandiosidade e excesso de ornamentos (influência do Barroco).





Os modelos hispano-flamengos e italianos dividiram a preferência dos decoradores da época e de seus clientes (príncipes, nobres e burgueses ricos). As paredes eram cobertas com pinturas enquadradas por estuques dourados, tapeçarias ou couro, com desenhos impressos, pintados e dourados. Embora já não houvesse tantos artistas italianos trabalhando na França, a Itália é ainda considerada grande inspiradora na arquitetura e na pintura e, além disso, haviam certos artigos tidos como especialidades italianas que os nobres faziam questão de possuir, tais como os espelhos de Veneza, veludos de Gênova e sedas de Milão. Os flamengos, principalmente pintores, gravadores e arquitetos, exerceram grande influência em toda a arte dessa época, sendo considerados os criadores da indústria de tapeçaria na França.

Já no final do reinado de Luís XIII, há uma redução gradual da influência estrangeira, tornando-se a arte mais grandiosa, elegante, suntuosa.

Os móveis mais usados eram: cabinetes, armário, cama, mesa e cadeira.
As cadeiras tornam-se mais numerosas, tendo os pés ligados por uma travessa e apoio para os braços em forma de osso de carneiro a estrutura é em geral quadrada,usa-se o estofamento fixo por tachas e terminado por uma franja que era moda também nas cortinas,há também grande variedades de cadeiras e banquinhos em X, a arca continua presente no mobiliário.







O quarto era a principal peça da residência, a cama continuava encostada à parede, com quatro colunas em madeiras torneadas, ornadas de cortinas ou recoberta por ricos tecidos sustentando o dossel, conhecidas pelo nome de leito en housse (com cobertura, substituído por volta de 1645 pela alcova fechada com uma balaustrada), havia também as poltronas, cadeiras, genuflexórios e tamboretes guarnecidos de tecido, com pés torneados em círculo ou em espiral.

O grande móvel foi o cabinet ou gabinetes (“buffets” menores, onde a parte superior repousa sobre um conjunto de pequenas colunas) um móvel com vários compartimentos para objetos preciosos; era feito de ébano ou em madeira enegrecida, sendo freqüentemente importado de Flandres, e tinha batentes ricamente esculpidos em baixo-relevo, sustentado por cariátides, mísulas ou balaústres. A escrivaninha, vinda da Itália, também apareceu nesse período e surgiu o armário de tamanho menor que por suas proporções prenunciavam o advento do estilo Luís XIV.
















A mesa era em madeira natural, carvalho ou nogueira, algumas vezes em ébano com incrustações em marfim ou em osso. Era comum cobrirem as mesas com um tapete, prendendo-os nas extremidades com nós de fitas.


Sendo assim observamos que a principal característica do estilo Luís XIII era a madeira torneada que compunham os pés dos móveis como as travessas das mesas e cadeiras, as laterais dos buffets e até os balaustres das escadas.




















































































































segunda-feira, 1 de setembro de 2008






ESTILOS FRANCESES

A contribuição francesa para a historia do mobiliário é indiscutível, é uma arte de caráter palaciano, requintada, luxuosa e encantadora. Como diz Alayde Parisot Mascarenhas foi fator determinante para destacarem-se assim a mentalidade francesa: “Os franceses tem amor ao romance e o amor à ordem. Há um anseio natural pela beleza e pelo luxo”.

Os estilos históricos franceses são geralmente conhecidos pelos nomes dos monarcas reinantes, embora as mudanças de estilos não correspondam exatamente às épocas dos diversos reinados.

A Renascença na França embora baseada na italiana, adquiriu com o tempo ares próprios. No séc. XV após a guerra dos cem anos a França começou sua consolidação política e econômica, o que coincidiu com o declínio da arte gótica, pois havia um cansaço pelo misticismo da idade média. Atribui-se ao reinado de Francisco I, o começo da Renascença na França, sendo este considerado por muitos, como o precursor do movimento intelectual e artístico que culminou com Luís XIV, data ainda desta época a fama e o espírito de cortesia francês.


Francisco I no final de seu faustoso reinado planejou a reconstrução do LOUVRE, demolindo para isto o castelo de Carlos V. O arquiteto francês responsável pela reconstrução do Louvre foi Pierre Lescot que fez um trabalho encantador pelas suas proporções, pelos belos frontões triangulares ou circulares e as pilastras coríntias, feitas com grande delicadeza e, o responsável pelas esculturas foi Jean Goujon, que conseguiu fundir a arquitetura com a ornamentação, tão importante para a harmonia do conjunto.

Enquanto a renascença italiana resplandece com beleza, luxo e ostentação, a renascença francesa brilha pelo requinte delicado e alegre do povo francês.

“Há em toda arte francesa, uma felicidade extraordinária de expressão, parecendo ela sempre sorrir, ao contrário da arte italiana ou flamenga, que se expressam com seriedade, ao passo que a arte espanhola mostra dramaticidade.”

Ver MASCARENHAS, Alayde Parisot. Arte e Decoração de Interiores, p.90.

Henrique II foi o sucessor de Francisco I e apesar de ainda notar-se durante seu reinado e de seus filhos, alguns traços da Renascença italiana, é nesta época que a Renascença francesa adquire um caráter essencialmente nacional.

No período dos filhos de Henrique II não há muito que se acrescentar em arte, pois foram períodos em que o país foi devastado por guerras civis e religiosas, predominando então o estilo de Henrique II. Seus filhos e sucessores foram Francisco II, Carlos IX e Henrique III, tendo este último morrido tragicamente o que findou com a dinastia dos Valois (Para aqueles leitores que gostam de filmes é possível ver essa história no filme de Patrick Chereau: RAINHA MARGOT, com a grande atriz francesa Isabelle Adjani que faz o papel da nobre Marguerite de Valois, eu particularmente amei tanto o filme que comprei um, fácil achá-lo com um bom preço nas grandes lojas, conta a história do casamento da Margot com Henrique de Navarra que acaba findando na famosa noite do “massacre de São Bartolomeu”, onde os protestantes foram violentamente massacrados pelos católicos.O filme, que é inspirado no romance de Alexandre Dumas, ganhou cinco Césars e se consagrou em Cannes com o Prêmio de melhor atriz e de melhor filme segundo a crítica especializada).


Com o casamento da Marguerite de Valois e Henrique IV, de Navarra, da família dos Bourbouns e a morte de Henrique III, este se torna Rei, abjurando ao protestantismo.
Henrique IV reinou trazendo a paz e o desenvolvimento econômico novamente para a França, procurando melhorar as condições de vida nas cidades e favoreceu ao comércio. As construções ocorridas em seu período não foram por amor à arte, mas sim pela necessidade de progresso e crescimento.


Sucedeu a Henrique IV, seu filho Luís XIII, apesar de serem épocas de história completamente diferente, o estilo de arte, no entanto é comum aos dois, falando-se geralmente em estilo Henrique IV e Luís XIII.
...Após escreverei sobre o estilo francês Luís XII , beijos Sylvana.